Sobre Mim

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Olá, muito prazer!

Esse cara aí em cima sou eu, JM Costa, no que costumava ser meu habitat natural. Uma das muitas redações por onde andei. Essa, especificamente, a antiga redação do Jornal Extra no Rio de Janeiro, onde desempenhei o papel de chefe de reportagem entre janeiro de 2009 e maio de 2016. Por lá, comandava uma equipe de até 22 repórteres na cobertura dos mais diversos assuntos como Cidade, Educação, Polícia, Saúde, Política e Transportes. Nossa missão era contar histórias. Dezenas delas, todos os dias.

Passei os últimos 25 anos escrevendo e ajudando a contar histórias da vida real. Tive a honra e o privilégio de trabalhar com grandes profissionais em jornais diários como O Globo, Jornal do Commercio, O Dia, Gazeta Mercantil e Jornal dos Sports. Até que em 2015 achei que já era hora de começar a contar minhas próprias histórias. Naquele mesmo ano ganhei o primeiro Prêmio Strix de Literatura, concedido pela editora Andross, com o texto “O Julgamento de Gregorie”, publicado na antologia “SEDE – Contos Distópicos De Um Futuro Sem Água”. 

Ainda em 2015 comecei a escrever meu primeiro livro de ficção, o thriller urbano “PRIMEIRA PÁGINA – Conflito na Baiana“. Foi um processo de catarse criativa em um momento dramático, em que o mercado jornalístico desmoronava à minha volta. Amigos eram demitidos diariamente e jornais mergulhavam em crises sem volta. Aliás, se você reparar, metade daqueles em que trabalhei já não existem mais. Alguns colegas sucumbiram ao desespero, outros ao desgosto. Muitos buscaram novos rumos profissionais. Eu? Decidi começar uma carreira literária.

O Pontapé Inicial 

Pode parecer redundante, mas um livro só funciona quando ele é lido e recomendado. E minha maior preocupação era mobilizar um número mínimo de leitores para o livro que eu acabara de escrever. O teste inicial foi feito na plataforma canadense de publicação gratuita Wattpad (onde até hoje mantenho uma versão digital de PRIMEIRA PÁGINA – Conflito na Baiana). Foram as milhares de leituras e centenas de comentários positivos recebidos por lá que me deram confiança para seguir rumo ao estágio seguinte, que era fazer ajustes na história para a publicação física do livro.

Aos 44 anos a gente começa a ter a consciência de que o tempo já não está a nosso favor. Eu sabia que tinha uma boa história na mão, já contava com a aprovação dos leitores, mas não estava disposto a aguardar meses ou anos até que uma editora me desse uma “chance”. Decidi eu mesmo me publicar. Para isso, promovi uma campanha de pré-venda da obra em uma plataforma de Crowdfunding. Consegui mobilizar os primeiros 90 leitores do livro físico e 90% da verba necessária para a primeira tiragem. O resto eu já tinha: coragem e disposição para trabalhar.

Clicando abaixo você confere a campanha de pré-venda do livro e assiste ao video que publiquei na época, explicando a proposta do livro e o meu projeto de  viver de literatura no Brasil:

 

Saiba mais sobre o livro e solicite uma amostra gratuita em PDF,  com os primeiros capítulos:

http://livro.jmcostaescritor.com.br/primeirapagina